sábado, 27 de dezembro de 2014

Descobrir a Madeira





1 comentário:

  1. Olá, Nuno!

    A Madeira já foi descoberta em 1418, por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, mas tem sempre muito para ver, para apreciar, para sentir, para descobrir e deleitar.
    A 1ª fotografia lembra-me uma caravela, Descobrimentos. LINDA!
    As outras têm uma beleza que me atrai e que me assusta, simultaneamente, mas eu sou uma medricas, como já sabe.
    Ficou muito bem sentadinho nessa pedra, à descoberta da natureza e talvez de si mesmo. Gosto de ver esse caracolinho meigo, e se calhar, teimoso, mas eu acho que ele é natural e espontâneo, k lhe acaricia a testa alta, sinónimo de inteligência.

    Moi, moi-même, nessas pedrinhas é k não. Já me estou a ver a rolar, a desandar daí para baixo e ir parar ao mar. Sabe, "meu amor" eu preciso de espaço, de planície, de ver até onde a vista alcança, e aí, sentir-me-ia, um tanto encurralada. Preciso de muito espaço, mega largo, tipo XXXXL, seara, para ser feliz, mas cada pessoa é feliz à sua maneira, naturalmente. Eu faço parte de uma ínfima percentagem de pessoas k não gosta do mar e afins, que não gosta do k a maioria gosta. Enfim, sou pouco vulgar.

    A última fotografia da série provoca-me taquicardia. Ai, aquelas quedas de água! Sou mesmo do interior alentejano, embora ache o litoral alentejano uma delícia (não mudei de opinião, nem endoideci), mas é aquilo que sinto, quando o vejo. Tudo tão arrumadinho e limpo, e até a água do rio/mar tem pouca força, é meiga e pachorrenta. A Natureza, aí, esmerou-se. Tinha de ser. Estava no Alentejo, além tejo. Já sei, estou a fazer um hino ao Alentejo, uma elegia das mais famosas. Estou, mas estou, tb, a dizer a verdade.

    Com esta minha conversa toda, pensará o Nuno: mas quem é que a está a convidar pra vir pra estas zonas?
    NINGUÉM, NINGUÉM: Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett.

    Beijos.

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