quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Destino


O destino leva-me sempre pela mão a locais onde não está ninguém. 




4 comentários:

  1. Não há palavras mágicas, e muito menos respostas, às dúvidas, às angústias, que todos experimentamos, uns mais que outros, uma vez ou outra, ou quase sempre. Somos, também nós, que fazemos o nosso destino, embora isso nos custe a aceitar. Se falhamos tantas vezes, se tanta coisa não dá certa, se amamos e desamamos, se pensamos: vai ser desta, e depois mais uma vez não se concretiza, devemos interrogar-nos. O que falhou? O que não fiz, que devia ter feito, ou o que fiz, que não devia ter feito? Será que a "culpa" é sempre da outra parte? Quando algo falha, a culpa é sempre das partes envolvidas, embora em proporções desiguais.
    Somos todos imperfeitos, mas, se nos tentarmos ajudar mutuamente, com cedências, sem culpabilizações e sem apontar o dedo, talvez consigamos uma melhoria nos nossos relacionamentos, sejam eles de k espécie forem.
    Há pessoas que escondem a cabeça na areia, até que a "tempestade" passe, outras, exibem-se, mostram-se muito felizes, como nada as afetasse, e outras, isolam-se pura e simplesmente, fazendo-se passar até por vítimas, que, é nem mais nem menos, que uma defesa, mais que natural e normal. Viver só, pode ser consequência de..., mas, raramente, é uma opção.
    Enfim, o mundo é feito de "criaturas", como diz a canção de Maria Bethania, que parecem uma coisa, mas, depois são outra. Enfim, vale o que vale esta afirmação, que, umas vezes corresponde à verdade, outras, nem um pouco, mas eu compreendo k através das palavras e da música, soltemos a alma, e garanto-lhe, Nuno, que o outro ou a outra compreendem a atitude.

    O Cântico Negro de José Régio é um poema muito bem feito, muito bem equacionado, e dirigido, sobretudo, a figuras importantes da época, algumas fundadoras da não menos importante Revista Presença. Digamos, que este poema está SEMPRE NA MODA, porque não "acatar", dá a muita gente, um certo gozo. Evidente que há algumas pessoas, que não é por gozo, mas sim, por causas várias.
    Régio NÃO AMOU para não prejudicar a sua carreira literária, segundo ele disse, então, convenhamos que, tal afirmação nos pode levar a outras interpretações e conclusões.

    As suas fotos estão de acordo, e de mãos dadas com o k sente e com o seu estado de espírito, mas, nem por isso, menos interessantes e originais.

    Não tenho tido vontade de escrever, nem um pouco. Quando estou feliz, faço-o, em doses industriais. Enfim, amanhã, é outro dia.

    Fique bem! Beijos.

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  2. Obrigado Céu, pelo desenvolvimento do tema, por completar as imagens e as poucas palavras.
    Gosto da forma como escreve, tenho em conta a sua opinião, mostra-me caminhos a seguir, como quem diz ''Vem por aqui''
    Confesso que sinto alguma felicidade por trazer para aqui o Cântico Negro, a Betânia, e ler o Cântico Branco.
    Hoje foi um bom dia para mim, espero que o seu amanha seja bem melhor.
    Beijos.

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  3. Não me agradeça nada, Nuno! Já lhe tenho dito isto várias vezes, porque quando me "dou", faço-o, de livre vontade, e sem que mo peçam, embora possa "dar-me", também, em consequência de um pedido, direto ou indireto, mas eu tenho de estar convicta, consciente, segura, e sobretudo, sentir-me bem, confortável com o k estou a fazer, e aqui, estive e estou.
    Quero/mos k a LUZ se mantenha e cresça, mas o tempo, disso se encarregará.

    GOSTO QUE GOSTE: BINÓMIO PERFEITO E SEM INCÓGNITAS. A FELICIDADE EXISTE.

    Um dia excelente, amanhã, depois de amanhã, sempre, assim o queremos, para nós dois.

    Beijos.

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  4. Obrigado pela companhia, é bom saber que se sente bem quando por aqui passa.
    Boa Semana, muita LUZ.
    Beijos

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