sábado, 17 de janeiro de 2015

Deslumbras Paris.






Começo a compreender agora melhor esta mulher Cidade, 
A forma como adormece e acorda nos seus dias mais calmos ou agitados.
A forma como veste em cada uma das estações.
A forma como vive e passa os seus dias quando estou com ela.
Deslumbras Paris.





1 comentário:

  1. Nuno,

    QUE TÍTULO FABULOSO E TERNO! Imagine esta frase, estas duas palavras, ditas a uma mulher.... àquela que aprecia e que começa a entender....Deslumbras........... (duvido k nesse dia fosse trabalhar).

    Que bonito e significativo texto escreveu! Paris é uma mulher. Nota 20 para a sua metáfora.
    Para quem diz e escreve que, POR VEZES, é um pouco frio, e é, mas é só às vezes, e não entende de afetos, o texto desmente-o, desmascara-o, totalmente.

    É tão bom, tão agradável para o Nuno e para a sua "mulher" também, quando repara na forma como ela se veste e se maquilha, se movimenta ou se apazigua, como vive o cotidiano, e sobretudo TUDO o k acontece qdo está com ela e ela consigo, obviamente. A maior parte das cidades são "mulheres". Carlos do Carmo e outros têm várias canções/fados dedicados a Lisboa, k é "mulher", também.

    Qto às fotos, gosto de todas. Sabe apanhar os pormenores, aquilo k, por vezes, passa despercebido à maioria. Gosto de pessoas pormenorizadas.

    Por conhecer relativamente bem os Árabes, embora só os dos países do norte de África, eles são todos iguais e pensam todos, salvo raríssimas exceções, da mesma forma. Matam por amor e por religião. Já vem no genes. Tive contacto por carta, pela 1ª vez, com um estudante árabe, estava eu a terminar o secundário. Chegou à escola uma circular incentivando os alunos/as a k trocássemos correspondência com outros estudantes, franceses, ingleses e alemães. Eu escolhi a Língua Francesa, ao contrário de uma grande parte dos meus/minhas colegas k escolheu a Língua Inglesa, esperando k me "calhasse" um francês, um belga, um suíço, sei lá, mas na "rifa" saiu-me um árabe. Fui a única a quem calhou um árabe. Imagine! De qualquer forma, aquilo foi fifty fifty, não houve, portanto predominância de um idioma sobre os outros. Sei k alguns/umas colegas minhas conheceram os correspondentes, namoraram e até casaram com eles. Foi tudo mto informal e liberal, mas comigo as coisas foram bem diferentes, pra melhor, ou seja, foi um verdadeiro conto das mil e uma noites, à distância. Um dia, conto-lho.

    A liberdade de expressão, para mim, tem de ter limites, como em tudo na vida, e matar em nome de Deus é uma anormalidade, uma aberração, pke DEUS É AMOR, portanto nem sou Charlie, nem Couachi

    Fique bem e durma feliz.

    Beijo.

    PS: Se "escafedeu" o Live Traffic Feed? Claro k não. Eu entendo.

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