domingo, 22 de fevereiro de 2015

Brie Comte Robert






6 comentários:

  1. Olá, Nuno!

    Como está? Muito frio, por aí? Aqui, hoje, tem estado um gelo.

    Fiquei encantada com as fotografias, especialmente, a de cima. Parece uma planície com casas branquinhas ao longe, enfim....além tejo.
    A segunda, em baixo, já nos mostra, acho eu, a cidade propriamente dita, com tudo aquilo k faz fata às nossas vidas, portanto desde a cabeleireira às lojas de alimentação geral, k, por sinal, tem produtos portugueses, pelos menos as k conheço nas ex-colónias francesas no norte de África. Os produtos são um pouco mais caros, mas "em terra de cegos, quem tem um olho é rei", como se costuma dizer, e para os portugueses que residem nestas cidades, ou para quem vai de férias, é tudo o que nós queremos.

    Ora, esta comuna, Brie-Comte-Robert tem uma história mto interessante e diversificada, k, logicamente, não irei contar aqui.
    O termo comuna, pode ter sentido pejorativo, qdo aplicado a alguém militante ou simpatizante do Partido Comunista, pelo menos, em Portugal.
    Este termo, comuna, vem da Idade Média, mas em França ainda se mantém, e representa a divisão administrativa mais pequena de uma região, portanto é uma cidade pequena. A França tem cités, villes e villages, significando esta última denominação, aldeia.

    A cidade desta publicação foi fundada no século X, pelo Conde Robert, k não sei quem foi, e já teves vários nomes, antes deste.
    Brie, na Língua Gaulesa, significa briga, mas, na realidade, quer dizer, planalto ou altura (já não dava para eu lá viver).
    Tem bastante construção civil, o k dá trabalho aos nossos engenheiros e não só, e tem um núcleo significativo de portugueses k lá residem e k fazem a 13 de maio uma procissão, em honra a Nossa Senhora de Fátima. A Igreja de Santo Estevão, 1º mártir do cristianismo, de estilo gótico, marca bem a nossa presença nesta terra. Nós estivemos e estamos nos cinco continentes, por razões diversas.

    Uma noite serena!

    Beijos.

    ResponderEliminar
  2. Olá, Céu.
    Aqui também está muito frio, é natural!
    A Primavera está quase ai com ela, dias mais longos, mais sol e vida.
    Esta região têm realmente algumas semelhanças com o Alentejo nas planícies a perder de vista.
    A grande diferença é que nesta vila há vida, pessoas, comercio tradicional, movimento, trabalho.
    Claro que entrei na catedral da vila, é sempre o momento de luz, de reflexão, de beleza.
    Beijos.



    ResponderEliminar
  3. Olá, Nuno!

    Pois é, mas custa tanto! Eu gosto de climas quentes, roupas leves, saias, vestidos, subtileza e muita luminosidade.
    Esperemos que seja uma Primavera com mto sol e k chegue depressa.

    Ora, vou defender a "minha dama". No Alentejo, tb há vida, à nossa maneira, mas todo o interior e até o litoral português estão desertificados, pelos mais diversos motivos, que não só a falta de emprego. Nascem cada vez menos bebés, o k não se compreende, pke agora há de tudo. No tempo dos nossos avós, p exemplo, as pessoas tinham 8/10 filhos, k, por vezes, nem à escola iam, pke tinham de trabalhar. Agora, as crianças têm roupa de marca, telemóveis, televisão no quarto e computador, e dizem alguns k não são felizes (se calhar têm demais). Não compreendo!

    Os casais não falam ou falam o estritamente necessário, saem para os empregos, logo cedo, despejam os filhos nos infantários, passam o dia sem saber nada deles, e mtas vezes não os vão buscar a horas, pke vão às compras, ao cabeleireiro, etc. Não compreendo!

    Voltando ao Alentejo: quem lá vive, sente-se mto feliz, acredite, pke há sossego, há onde comprar o k precisam, poucos divertimentos, é verdade, mas mta segurança e mta paz. Claro k os mais idosos sentem a solidão, pke os filhos e netos estão longe, e como matar, passar o tempo? Vão conservando uns com os outros, nas tabernas, nos jardins, nos largos, enquanto a mulher está, normalmente em casa.
    O alentejano, por natureza, é pouco curioso e não gosta de deslocações/saídas, e mtos há k ainda não foram conhecer a barragem do Alqueva, (moi) pke dizem assim : aquilo não tem nada k ver. Trabalho vai havendo, mas irmos para o Algarve, k é ali tão perto, não vamos, mas há mtos algarvios a trabalhar, especialmente no verão, em Vila Nova de Milfontes, Porto Covo e arredores. É outro tipo de turismo, entenda-se.

    E só lhe fez bem. Eu, tb, adoro visitar igrejas, capelas, catedrais, e ver a k estilo pertencem, tal como tudo o está no seu interior. Não gosto nada de ir em grupos, nem ter guia. Quero estar o tempo k me apeteça, não ser perturbada e deixar-me levar pelo momento. É isso: reflexão, beleza, luz.

    Um dia lindo! Aqui, está sol, embora fracote.

    Beijos.

    PS: quando me mostra a foto da sua nova namorada? Já agora, tenho interesse em saber se é bonita ou não.

    ResponderEliminar
  4. O seu Alentejo deve ser lindo na primavera!
    Um dia terei de ir, acompanha-me?

    Boa semana.

    ResponderEliminar
  5. É, sem dúvida alguma. Os campos, aquelas searas com papoilas vermelhas, deleitam-nos. E qdo há um pouco de vento, ouve-se o barulho, mto subtil das espigas. É mto, mto melhor k qualquer benzodiapina.

    O futuro a Deus pertence, portanto, não sei responder-lhe.

    ResponderEliminar